


Léo Gattaz é referência em Medicina do Estilo de Vida (MEV). É formado em Administração de Empresas pela SRH Heidelberg, na Alemanha, e possui especialização em MEV pelo American College of Lifestyle Medicine e pela Harvard Medical School. Também tem formação em Ciência da Mudança de Comportamento pela MEV Brasil.
Atua como diretor de MEV na Gattaz Health, onde desenvolve e implementa programas de MEV em empresas, e como Diretor de MEV na Solaris onde trabalha com intervenções no estilo de vida de pacientes psiquiátricos. Trabalha também em parceria com médicos e outros profissionais da saúde, complementando sua atuação ao apoiar o paciente na transformação do estilo de vida e na consolidação de mudanças duradouras.

Porque a Medicina
do Estilo de Vida?

Atua na prevenção e nas causas das doenças crônicas, por meio de uma abordagem baseada em evidências científicas, e não apenas no tratamento dos sintomas.

Utiliza uma abordagem centrada na pessoa, respeitando valores, contexto e objetivos individuais para impulsionar mudanças sustentáveis.

Integra alimentação, atividade física, sono, gestão do estresse, conexões sociais e a redução do uso de substâncias tóxicas, para favorecer a saúde de forma completa.

Promove saúde, energia e longevidade por meio da construção de hábitos de vida saudáveis e sustentáveis.
Caiando Propósito

Programa
Vitality
O programa foi criado com base dos princípios da lifestyle Medicine School de Harvard e do American College of Lifestyle Medicine que focam em um tratamento multidisciplinar e uma abordagem centrada no paciente.
Plano Alimentar
Com Nunticionista
Com o Mentor
Com Leo Gattaz
Primeiro contato
Mapa da Saúde Plano de Ação
Acompanhamento Digital
App LifeUp | App SD Monitora
Com Psicólogo(a)
Consulta com Psicóloga
Nunca é tarde para começar
Um estudo longitudinal de 20 anos conduzido por Larsen et al., publicado no Archives of Gerontology and Geriatrics, demonstrou que adultos de meia-idade e idosos previamente inativos que se tornaram fisicamente ativos apresentaram redução de 38% no risco de mortalidade em 4 anos e 32% em 8 anos — evidenciando que nunca é tarde para começar.

